O pai, Zé Geraldes.setembro 06, 2009
Familiares de Fernando Geraldes
Recebi um email de Fernando Geraldes, natural de Aranhas e residente em Leiria, no qual me enviou as fotos dos pais e da avó, pedindo para aqui serem publicadas. É sempre um prazer poder satisfazer estes pedidos, que dão a conhecer as pessoas que construiram a história de Aranhas.
O pai, Zé Geraldes.
O pai, Zé Geraldes.setembro 03, 2009
agosto 30, 2009
Recordações do Rancho Folclórico de Aranhas
agosto 23, 2009
José Manuel
Muitos são os que ainda se recordam do acordeonista José Manuel, presença constante nas festas da aldeia. A sua filha Natália pediu-me para aqui publicar esta foto, juntamente com uma quadra que ela escreveu recordando o seu pai.
agosto 17, 2009
agosto 16, 2009
N. Sra. do Bom Sucesso - procissão dia 16
Era meio-dia quando a imagem de N. Sra. do Bom Sucesso saiu da Igreja Matriz em direcção à sua capela. Acompanhada por centenas de pessoas, regressou à sua casa habitual, na qual se manterá até ao próximo ano. Uma missa campal no alto do monte encerrou os festejos religiosos. Mais uma vez, foram muitos os que quiseram estar presentes, aproveitando para fazer os seus pedidos ou agredecimentos muito pessoais, bem como para recordar aqueles que já partiram e que, ali no alto do monte, encheram a memória dos que, com saudade, os recordaram.















N. Sra. do Bom Sucesso - alvorada
N. Sra do Bom Sucesso - Festejos Religiosos de dia 15
agosto 13, 2009
Rua da Capela
Começa hoje uma série de posts sobre as ruas da nossa aldeia. O objectivo é que, de tempos a tempos, por aqui vão aparecendo o maior número possível de ruas, becos, cantos e outros locais. Começamos com a Rua da Capela que, como o nome indica, termina na encosta onde se situa a capela de N. Sra. do Bom Sucesso.


agosto 10, 2009
agosto 06, 2009
agosto 03, 2009
julho 28, 2009
Vitral da Igreja matriz
julho 21, 2009
Uma perspectiva diferente de Aranhas
Recebi de Joaquim Ramos estas fotos que nos permitem ver a aldeia de Aranhas de uma perspectiva pouco habitual. Não posso deixar de agradecer esta contribuição para o blogue. Bem haja!
julho 10, 2009
Pessoas: Ti Rita Quarta e marido
junho 28, 2009
Rectificação
No último post fiz referência ao lançamento de duas obras do Dr. Marcelo. A informação recebida não estava totalmente correcta. Na verdade foi lançada a obra Os Moinhos, a Moenda e o Moleiro. A par dela, foi apresentada uma outra versão - de apenas alguns exemplares em folhas de formato A4 e não encadernadas - com os pedaços de tecido em peças de vestuário em miniatura a que faz referência a obra.
Aqui fica uma imagem da capa do livro que agora vê a luz do dia e que é 2º da colecção "A Nossa Terra e a Nossa Gente" (o primeiro tinha por título O Ciclo da Pecuária).
Aproveito também para agradecer publicamente ao Dr. Marcelo a oferta que me fez de um exemplar desta obra.
Aqui fica uma imagem da capa do livro que agora vê a luz do dia e que é 2º da colecção "A Nossa Terra e a Nossa Gente" (o primeiro tinha por título O Ciclo da Pecuária).
Aproveito também para agradecer publicamente ao Dr. Marcelo a oferta que me fez de um exemplar desta obra.
junho 24, 2009
Lançamento de 2 obras do Dr. Marcelo
Amanhã, em Penamacor, será feito o lançamento de duas obras do Dr. Marcelo. Uma delas tem por título A Nossa Terra e a Nossa Gente; a outra intitula-se Os Moinhos, a Moenda e o Moleiro. Manual do Trajo.
Aqui ficam os parabéns por mais esta iniciativa que vai certamente enriquecer o património cultural de toda esta região.
Aqui ficam os parabéns por mais esta iniciativa que vai certamente enriquecer o património cultural de toda esta região.
junho 22, 2009
Para refrescar
Nada como uma água fresca para refrescar nestes dias quentes de Verão. Esta fonte tem, ao longo de todo o ano, uma deliciosa água que me fez lembrar os meus tempos de menino. Quando passava férias aqui, uma das coisas que mais estranhava ao chegar a Lisboa era o sabor da água. Nos primeiros dias após o regresso à capital, a água que saía da torneira lá de casa sabia-me terrivelmente mal.Ainda hoje, a água da aldeia tem um gosto diferente. Mesmo no Inverno, quando sai gelada dos canos. E no Verão, quando a água da rede canalizada começa a ser pouco aconselhável para o consumo, esta fonte, junto à porta da Igreja, é um convite a um copo... ou dois ou três.
junho 17, 2009
O sino da torre da Igreja

O sino e os seus toques característicos são símbolos que perduram pelas aldeias do país. Tempos houve em que eram usados para avisar as populações da chegada dos almocreves, ou para reunir o povo perante uma emergência ou uma notícia de relevo.Actualmente, o sino perdeu alguma da sua importância. Mas é ele que continua a marcar o tempo e os momentos de oração, a avisar da morte de alguém ou a alertar para um incêndio nas redondezas, entre outras funções.
Chegar da cidade e ouvir tocar o sino tem, por isso, aquele sabor especial de um tempo que não existe nos grandes centros urbanos. Infelizmente.
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