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setembro 16, 2012
julho 15, 2012
agosto 03, 2009
junho 22, 2009
Para refrescar
Nada como uma água fresca para refrescar nestes dias quentes de Verão. Esta fonte tem, ao longo de todo o ano, uma deliciosa água que me fez lembrar os meus tempos de menino. Quando passava férias aqui, uma das coisas que mais estranhava ao chegar a Lisboa era o sabor da água. Nos primeiros dias após o regresso à capital, a água que saía da torneira lá de casa sabia-me terrivelmente mal.Ainda hoje, a água da aldeia tem um gosto diferente. Mesmo no Inverno, quando sai gelada dos canos. E no Verão, quando a água da rede canalizada começa a ser pouco aconselhável para o consumo, esta fonte, junto à porta da Igreja, é um convite a um copo... ou dois ou três.
janeiro 25, 2008
Verão de 2005
No adro da Igreja, uma noite de Verão animada com a chegada do Rancho Folclórico após mais uma actuação numa terra vizinha.junho 20, 2007
fevereiro 06, 2007
Tarde de Inverno
O convite irresistível para um passeio pelas ruas e azinhagas da aldeia. Um festim para os sentidos, mistura de cheiros, sons e paisagens que nos entram pela alma.
setembro 23, 2006
Uma rua
As aldeias são feitas de coisas simples. Como esta rua, o silêncio e uma mulher que trabalha, sentada junto à porta de sua casa. E ao longe o Sol, num fim de tarde de Verão.
maio 09, 2006
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