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junho 22, 2009

Para refrescar

Nada como uma água fresca para refrescar nestes dias quentes de Verão. Esta fonte tem, ao longo de todo o ano, uma deliciosa água que me fez lembrar os meus tempos de menino. Quando passava férias aqui, uma das coisas que mais estranhava ao chegar a Lisboa era o sabor da água. Nos primeiros dias após o regresso à capital, a água que saía da torneira lá de casa sabia-me terrivelmente mal.
Ainda hoje, a água da aldeia tem um gosto diferente. Mesmo no Inverno, quando sai gelada dos canos. E no Verão, quando a água da rede canalizada começa a ser pouco aconselhável para o consumo, esta fonte, junto à porta da Igreja, é um convite a um copo... ou dois ou três.

janeiro 25, 2008

Verão de 2005

No adro da Igreja, uma noite de Verão animada com a chegada do Rancho Folclórico após mais uma actuação numa terra vizinha.

junho 20, 2007

fevereiro 06, 2007

Tarde de Inverno

O convite irresistível para um passeio pelas ruas e azinhagas da aldeia. Um festim para os sentidos, mistura de cheiros, sons e paisagens que nos entram pela alma.

setembro 23, 2006

Uma rua

As aldeias são feitas de coisas simples. Como esta rua, o silêncio e uma mulher que trabalha, sentada junto à porta de sua casa. E ao longe o Sol, num fim de tarde de Verão.

maio 09, 2006

Noite


Detalhe de uma noite, numa rua envolvida pela escuridão que uma luz envergonhada teima em provocar.